argus

agent
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Basarisiz
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Code Basarisiz
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SUMMARY

Canvas infinito para acompanhar seus projetos e as conversas do Claude Code/Codex/Gemini/Cursor.

README.md

Ícone do Argus

Argus

Um canvas infinito para acompanhar todos os seus projetos e as conversas do Claude Code ao mesmo tempo.

Baixar para macOS (Apple Silicon) - Baixar para Windows - Baixar para Linux (AppImage)

Ilustração do Argus: projetos agrupados em Trabalho e Pessoal, conversas rodando com seus subagentes, uma nota, um terminal e o painel da conversa pedindo permissão para um comando

Na mitologia grega, Argus era o gigante de cem olhos que via tudo ao mesmo tempo. O app faz
o mesmo com os seus agentes: cada pasta de projeto vira um bloco no canvas e, dentro dele,
você vê as conversas do Claude Code, o que cada uma está fazendo agora e quais estão
esperando por você.

As imagens deste README são ilustrações do app, não prints.

Por que usar

  • Vários agentes, uma tela só. Em vez de dez abas de terminal, cada projeto é um bloco com as
    conversas dele. Bate o olho e sabe o que está rodando, o que terminou e o que parou esperando você.
  • Nada fica parado sem você saber. Notificação do sistema, ícone na barra de menus e a cor de
    cada conversa avisam quando o Claude termina ou precisa de uma resposta.
  • Responde sem trocar de contexto. Aprova comandos, responde perguntas e lê o diff de cada
    edição no próprio chat, sem voltar ao terminal.
  • Do pedido à tela pronta. No modo design, você vê a página do projeto rodando, comenta em
    cima dela e o Claude ajusta o código de verdade, não um mockup à parte.
  • Trabalho e pessoal separados. Cada grupo usa a conta do Claude que você escolher, com o
    limite de uso de cada uma à vista.
  • Usa o que você já tem. Roda o claude da sua máquina com a sua assinatura. Sem chave de API,
    sem servidor no meio.

O que dá para fazer

Organizar todos os projetos num canvas

Cada pasta vira um bloco com a branch do git, os arquivos não comitados e as conversas mais
recentes. Agrupe por contexto (Trabalho, Freela, Pessoal), deixe notas soltas como os
comentários do Figma, abra terminais ao lado e peça para o Claude arrumar o canvas por texto
ou voz: "cria um grupo Freela com essas duas pastas".

Conversar com o Claude Code onde preferir

O chat completo abre no painel lateral, numa janela própria ou como um bloco no canvas. Ele
mostra o que o Claude está fazendo agora, o diff de cada arquivo editado, os pedidos de
permissão e o quanto da janela de contexto já foi usada. Os subagentes aparecem embaixo da
conversa que os lançou, com o que cada um está fazendo.

Prototipar no código do projeto

Ilustração do modo design: a página de checkout do projeto aberta no Argus, com dois comentários presos aos elementos e o chat ao lado com a etiqueta "2 comentários"

O modo design abre a página do servidor do projeto dentro do Argus, com o chat ao lado. Comece
do zero (descreva a tela e o Claude cria) ou a partir de uma tela que já existe. Clique em
qualquer ponto da página para deixar um comentário; eles vão juntos no próximo envio, com o
endereço e um retrato em texto do que está na tela. Alterne entre desktop e celular, e em
projetos com vários apps (site, admin, app) escolha qual deles abrir.

Saber o que precisa de você

Ilustração do acompanhamento: menu da barra de menus com as conversas rodando, esperando e concluídas; notificações do sistema; limite de uso por conta e servidores locais rodando

O ícone na barra de menus resume tudo o que está rodando. As notificações chegam quando uma
conversa termina, pede permissão ou faz uma pergunta. O limite de uso aparece por conta, e a
lista de servidores locais mostra o que os agentes deixaram rodando, com atalho para abrir ou
encerrar.

Ter as ferramentas do dia a dia por perto

Ilustração das ferramentas: explorador de arquivos com as mudanças do git, editor de código, terminal rodando testes e a biblioteca de agentes

Explorador de arquivos e editor com as cores do git, terminais embutidos, botão para iniciar o
servidor do projeto, biblioteca de agentes (chamados com @nome em qualquer conversa) e o
editor da memória do Claude.

Funcionalidades

Canvas

  • Canvas infinito com zoom e grupos coloridos (Trabalho, Pessoal, o que você quiser).
  • Minimapa com cada bloco na cor do seu grupo e a lista dos grupos em ordem alfabética: um clique leva direto a cada um.
  • Grupos: arraste blocos para dentro, renomeie com dois cliques no nome, recolha ou oculte o conteúdo.
  • Organizar board e Organizar grupo, pelo botão direito: alinham os blocos e encolhem os grupos para caber o que têm dentro.
  • Cada pasta de projeto vira um bloco com a branch do git e as conversas mais recentes; as demais ficam em Ver todas as conversas, separadas por dia. Dá para recolher a lista e deixar só as que estão rodando.
  • Selo da branch com o número de arquivos não comitados: um clique lista os arquivos e abre o diff.
  • Pasta com conversa rodando mostra linhas de código sendo escritas no lugar do carregando.
  • Notas no canvas, como os comentários do Figma: tecla C com o mouse no canvas ou botão direito. Delete apaga e ⌘Z traz de volta.
  • Botão direito na pasta: nova conversa, novo design, abrir o repositório no GitHub (ou no host do remoto) e tirar do canvas, que avisa antes se houver conversa em andamento.
  • Blocos se encaixam pela borda ou pelo meio dos vizinhos ao arrastar, e ⌘Z / ⇧⌘Z (Ctrl+Z / Ctrl+Shift+Z no Windows) desfazem e refazem o layout.
  • Nova janela do canvas (⇧⌘N, ou Ctrl+Shift+N no Windows) para levar a outro monitor; as janelas reabrem no mesmo lugar e o desfazer vale para todas.
  • ⌘\ (Ctrl+\ no Windows) esconde as barras e deixa só o canvas.
  • O layout fica salvo e volta igual ao reabrir o app.
  • Comando argus . no terminal: abre a pasta atual no canvas, como o code . do VS Code.
  • Barra de comando por texto ou voz: peça "cria um grupo Freela com essas duas pastas" e o Claude organiza o canvas.
  • Uma conta do Claude por grupo: a pessoal num grupo, a da empresa em outro. Pastas, terminais e conversas do grupo usam a conta dele.

Conversas com o Claude Code

  • Chat completo, com respostas em tempo real, onde você preferir: painel lateral, janela própria ou um bloco dentro do canvas.
  • Fixar uma conversa no painel e abrir outra ao lado, sem cobrir a fixada.
  • Modo foco: o painel ocupa a tela e a conversa fica numa coluna central, mais fácil de ler.
  • Enquanto responde, o chat mostra o que o Claude está fazendo (pensando, escrevendo, rodando uma ferramenta) e o tempo total do turno.
  • Conversa sem projeto, pelo botão direito do canvas: roda na sua pasta pessoal e vira um card no primeiro envio.
  • Cole prints com ⌘V (Ctrl+V no Windows), anexe arquivos e dite em vez de digitar. A caixa começa com uma linha e cresce até três.
  • Edições aparecem como diff (o antes e depois de cada arquivo).
  • Aprove ou negue permissões e responda às perguntas do Claude direto no chat, na cor do grupo da pasta.
  • Troque modelo, nível de esforço, thinking, Ultracode (vários subagentes em paralelo) e modo de permissão por conversa; cada conversa guarda os dela. Thinking e Ultracode começam desligados.
  • Comandos de barra (/), @nome para chamar um agente, painel de servidores MCP e remote control.
  • Anel com o quanto da janela de contexto a conversa já ocupa, em vermelho mais forte conforme ela enche.
  • Também enxerga as sessões abertas fora do app (terminal, VS Code) e o status delas.
  • Conversa que não serve mais vai para a Lixeira pelo botão direito.

Modo design

  • Protótipo no código do projeto, pelo "+" da pasta (Novo design): do zero, descrevendo a tela, ou a partir de uma tela que já existe.
  • A página do servidor do projeto abre dentro do app, com o chat numa coluna ao lado (dá para arrastar a divisória).
  • Comentar: clique num ponto da página e deixe um balão preso ao elemento. Os comentários vão juntos no próximo envio, com o caminho do elemento e, em modo de desenvolvimento, o componente e o arquivo.
  • Cada pedido leva o endereço, a visão (desktop ou celular) e um retrato em texto do que está na tela, sem gastar tokens com imagem.
  • Desktop ou Celular, Visualizar (só a página, Esc sai) e ⌘R (Ctrl+R no Windows) recarrega só a página.
  • Barra de endereço com a lista das rotas lidas do código do projeto.
  • Projetos com vários apps no mesmo dev (site, admin, app): escolha qual abrir, com o nome do pacote em cada porta.
  • O servidor não liga sozinho: o botão Iniciar o servidor fica ao lado do chat.
  • Agentes globais com @ e o status ao vivo no bloco do projeto, como numa conversa.

Acompanhamento

  • Status de cada conversa no canvas: rodando, esperando você, concluída.
  • Subagentes aparecem embaixo da conversa que os lançou enquanto trabalham, com o que estão fazendo agora.
  • Notificação do sistema quando uma conversa termina ou precisa de resposta.
  • Ícone na barra de menus (no Windows, na área de notificação) com o resumo do que está rodando.
  • Indicador do limite de uso do Claude na barra de título, de cada conta; o detalhe abre num painel logo abaixo.
  • Lista dos servidores locais que algum agente deixou rodando ou que rodam dentro das pastas do canvas, com o nome do app e atalho para abrir ou encerrar; não deixa encerrar o que derrubaria uma sessão (no Mac e no Linux).
  • Fechar ou atualizar o app com conversa ou terminal rodando pede confirmação antes.

Ferramentas

  • Terminais embutidos (Claude Code ou shell) soltos no canvas, com modo foco e ⌘+ / ⌘- (Ctrl no Windows) para a fonte.
  • Botão acima da pasta para iniciar e encerrar o servidor do projeto (script dev ou start do package.json).
  • Explorador de arquivos e editor de código do projeto: criar, renomear, excluir, colar arquivos copiados no Finder ou no Explorador de Arquivos e editar com ⌘S (Ctrl+S no Windows) para salvar. Arquivos não comitados aparecem com a cor do git; PDF, imagem, mídia e arquivo grande não abrem no editor.
  • Biblioteca de agentes (subagentes do Claude Code): criação passo a passo, com o Claude preenchendo os campos a partir de uma descrição, e edição das instruções.
  • Editor da memória do Claude: CLAUDE.md global, de cada projeto e as anotações da memória automática.

Visual

  • No estilo do macOS: fonte do sistema (SF Pro no Mac, Segoe UI no Windows), cinzas do sistema e cantos arredondados.
  • Usa a cor de destaque escolhida no Mac (Aparência) ou no Windows (Cores) e acompanha quando você troca.
  • Menus translúcidos e animação suave ao abrir e fechar blocos, painéis, menus e janelas.
  • Bordas do canvas esfumaçadas, para os blocos não brigarem com as barras dos cantos.
  • Tema claro, escuro ou o do sistema.

App

  • Login do Claude Code dentro do app, sem passar pelo terminal.
  • Boas-vindas em 5 etapas com ilustrações; a última instala o Claude Code com um clique e faz o login.
  • Configurações no estilo do Ajustes do macOS (Geral, Conversas, Aparência, Contas, Me pague um café), com as Boas-vindas sempre à mão no pé da barra lateral.
  • Cada conta do Claude aparece com o nome da pessoa, a organização e o plano.
  • Atualização automática, com a versão em uso no canto da barra de título e o botão de atualizar ao lado dela.
  • Aba Me pague um café nas configurações, com QR Code e chave Pix para apoiar o projeto.

Requisitos

  • Mac com Apple Silicon (M1 ou mais novo), PC com Windows 10 ou 11 de 64 bits, ou PC com Linux de
    64 bits (Intel/AMD; testado só no GitHub Actions, num Ubuntu).
  • Claude Code. O Argus usa o claude da sua máquina e a sua assinatura.
    Na primeira vez, as boas-vindas explicam o app em 5 etapas e a última configura tudo: instala o
    Claude Code com um clique (o instalador oficial da Anthropic), confere o Git no Windows e faz o
    login. Outras contas entram por
    Configurações › Contas.
  • No Windows, também o Git for Windows, que o app usa para mostrar os
    arquivos alterados e o diff. No Linux, o git da distribuição (sudo apt install git).

Instalação

macOS: pelo terminal (recomendado)

curl -fsSL https://raw.githubusercontent.com/ffernandomoraes/argus/main/install.sh | sh

Baixa a última versão, coloca em /Applications e abre. Rodar de novo atualiza.

Linux

O mesmo comando acima baixa o AppImage para ~/Applications/Argus.AppImage e abre o app. Ou
baixe o Argus-<versão>-x86_64.AppImage em Releases,
dê permissão de execução (chmod +x) e abra. Na primeira abertura o Argus aparece no menu de
apps. As atualizações trocam o próprio arquivo, no mesmo lugar.

Atualizações

O Argus se atualiza sozinho: procura versão nova ao abrir e a cada 5 horas, e baixa em
segundo plano. Quando ela está pronta, aparece Atualizar para x.y.z no canto direito da
barra de título. Um clique reinicia o app já atualizado; se preferir não clicar, a versão
nova entra quando você fechar o app. Também dá para procurar na hora em
Configurações › Geral (no Mac, também pelo menu Argus › Procurar atualizações…).
No Windows, a atualização roda o instalador da versão nova em modo silencioso, sem perguntar nada.

No Mac, as permissões que você der ao app (microfone, notificações) continuam
valendo nas versões seguintes: todas saem assinadas com o mesmo certificado, e o app só
aceita uma atualização assinada por ele.

macOS: pelo .dmg

  1. Baixe o Argus-<versão>-arm64.dmg em Releases.
  2. Arraste o Argus para a pasta Aplicativos.
  3. Na primeira vez, o macOS bloqueia a abertura, porque o app não é notarizado pela Apple.
    Vá em Ajustes do Sistema › Privacidade e Segurança e clique em Abrir Mesmo Assim.

Windows

  1. Baixe o Argus-Setup-<versão>.exe em Releases.
  2. Abra o arquivo. Na primeira vez, o Windows mostra O Windows protegeu o computador, porque
    o app não tem certificado pago de assinatura: clique em Mais informações › Executar assim mesmo.
  3. O Argus instala na sua pasta de usuário, sem pedir administrador, cria atalhos no Menu Iniciar e
    na Área de Trabalho e abre.

No Windows o app funciona como no Mac, com duas diferenças: não há a lista de servidores que os
agentes deixaram rodando (o Windows não deixa um programa ler as variáveis de outro), e o ditado
usa só a transcrição do Claude, sem a reserva do reconhecimento de fala do macOS. Os terminais
abrem no PowerShell.

Comando argus

Em Configurações › Geral, ative o comando argus no terminal. Depois, em qualquer pasta:

argus .

No Windows ele funciona no PowerShell e no Prompt de Comando. Se a pasta
%USERPROFILE%\.local\bin não estiver no PATH, o Argus a acrescenta ao ativar o comando.

Desenvolvimento

pnpm install   # também compila o ditado (precisa das Command Line Tools da Apple)
pnpm dev       # abre o app com recarga automática
pnpm typecheck
pnpm dist      # gera o .dmg e o .zip em dist/
pnpm dist:win  # gera o instalador do Windows em dist/ (rode num Windows: no Mac falta o ícone do .exe)

A versão de desenvolvimento usa uma pasta de dados própria (Argus Dev) e um comando
argus próprio, então roda ao lado da instalada sem mexer nela.

Rodando de dentro do VS Code ou do Claude Code, a variável ELECTRON_RUN_AS_NODE pode
vir ligada e o Electron abre como Node, sem janela. Nesse caso:

env -u ELECTRON_RUN_AS_NODE pnpm dev

Stack: Electron, React, TypeScript, electron-vite, React Flow, Tailwind, CodeMirror,
xterm.js com node-pty e o Claude Agent SDK
(rodando o claude da máquina, ver docs/integracao-com-agentes.md).

As ilustrações deste README (docs/ilustracoes/*.svg) saem de um script, não de prints, e
trocam sozinhas entre claro e escuro conforme o tema do GitHub. Para mudar alguma, edite o
script e rode:

python3 scripts/gerar-ilustracoes.py

Gerar uma versão

Todo push na main vira uma versão: o workflow Release sobe o patch no package.json,
cria a tag, monta o .dmg e o .zip, publica o release e usa os títulos dos commits desde
a última versão como notas. Em seguida, numa máquina Windows do GitHub, monta o instalador
.exe, abre o app em modo de teste (--smoke-test) e, se ele subir, anexa o instalador ao
mesmo release. Pushes que só mexem em .md não geram versão. Como os títulos
viram as notas, escreva-os para quem usa o app.

Para subir minor ou major, ou escrever as notas à mão, dispare pela aba
Actions › Release › Run workflow ou:

gh workflow run release.yml -f bump=minor -f notas="- item 1
- item 2"

Com publicar desmarcado, o workflow só monta o app e guarda o .dmg e o .exe no run,
sem tag nem release.

A assinatura usa o certificado autoassinado guardado nos secrets do repositório
(MAC_CERT_P12, MAC_CERT_PASSWORD, MAC_SIGN_IDENTITY). Sem eles, o app sai com
assinatura ad-hoc e cada versão conta como um app novo para o macOS, que volta a pedir
o microfone.

Documentos

Arquivo O que tem
docs/visao.md Problema, ideia, princípios e o pedido original
docs/conceitos.md Vocabulário do produto: grupo, pasta, conversa, terminal, agente, conta
docs/funcionalidades.md O que foi planejado por fase, o que já existe e o que falta
docs/integracao-com-agentes.md Como o app conversa com o Claude e o que ele lê do Claude Code
docs/decisoes.md O que já foi decidido e o que está em aberto

Licença

MIT com a Commons Clause: qualquer pessoa pode usar, modificar e distribuir o Argus de graça, inclusive no trabalho, mas não pode vendê-lo nem cobrar por um produto ou serviço que seja basicamente ele. Texto completo em LICENSE.


Projeto pessoal, sem vínculo com a Anthropic. Claude e Claude Code são marcas da Anthropic.

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